SOBRE - Procedimentos
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8ª semana de graidez:
É quando se completa o desenvolvimento do embrião e tem início a fase fetal. A velocidade do crescimento começa a aumentar e já é possivel identificar os traços do rostinho. Enjoos, cansaço e sono se tornam mais frequentes.
Fonte: www.bolsademulher.com
12ª semana de gravidez:
A estrutura cartilaginosa do corpo do bebê estão se transformando em ossos. E as estruturas já formadas estão em processo de crescimento. Os riscos de um possível aborto espontâneo estão cada vez mais longe e os sintomas iniciais, como enjoos, sono e cansaço tendem a desaparecer.
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20ª semana de gravidez:
Considerando-se que a maioria dos bebês nasce com até 40 semanas, esta pode ser considerada a metade da gestação. A partir de agora, o crescimento do feto é de cerca de 1cm por semana. Para protegê-lo do contato com o líquido aminiótico a pele começa a produzir um substância esbranquiçada chamada vérnix caseoso.
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24ª semana de gravidez:
Nessa fase o bebê já consegue identificar os sons e vozes. O que a mãe sentir, como estresse, felicidade ou tristeza, será sentido também pelo bebê. Manter o relaxamento é importante para ambos! Se o umbigo ficar mais saliente não é motivo de preocupação, pois ele volta ao normal após o parto.
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32ª semana de gravidez:
O corpinho já está mais proporcional, os órgãos estão próximos da maturidade e os membros tomam uma forma mais parecida com a que terá. Já reconhece as vozes da mãe e do pai. O útero está cerca de 12cm acima do umbigo, o que pode causar desconforto para a mãe.
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36ª semana de gravidez:
O bebê já está totalmente desenvolvido e continua ganhando peso. Ele dorme, sonha, brinca e pode ate demonstrar satisfação ou aversão com sorrisos ou caretas. A gestante pode começar a sentir a barriga endurecendo e algumas contrações dolorosas, sinal de que a hora está chegando.
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40ª semana de gravidez:
Se o bebê ainda não nasceu, já está quase na hora de nascer. Ele já não se mexe tanto, mas também não fica muito tempo parado. A bolsa de águas pode ou não se romper antes da gestante entrar em trabalho de parto, isso varia para cada mulher.
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Inseminação Intrauterina
Fertilização in vitro Convencional
Fertilização in vitro
Punção Percutânea de Epidídimos
Punção Aspirativa de Testículo
Criopreservação de Óvulos
Criopreservação Seminal
Criopreservação de Embrião
Inseminação Intrauterina

Procedimento realizado após a indução de ovulação através de acompanhamento ultrassonográfico. A técnica é utilizada principalmente em mulheres que não possuem uma ovulação correta, como as portadoras da síndrome de ovários policísticos, quando o volume ou a concentração de espermatozoides não é suficiente, ou quando a mobilidade dos gametas decresce.

Fertilização in vitro Convencional

Técnica muito utilizada para o tratamento da infertilidade. A estimulação ovariana ocorre a na primeira etapa do tratamento com o objetivo de obter maior número de óvulos para aumentar as chances de fertilização e gravidez. Os óvulos maturados são selecionados para se unirem aos espermatozoides em uma cultura in vitro. Esse óvulos fertilizados – chamados de pré-embriões ou embriões – são colocados em uma estufa, cujas condições ambientais são similares às da tuba uterina. Depois desta etapa, os mesmo são tranferidos ao útero materno.

Fertilização in vitro

Fertilização in vitro - ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoide)
Nesta técnica, o espermatozoide é introduzido ao óvulo por meio de uma injeção microscópica. Após a fertilização do óvulo e formado o embrião, o procedimento é similar ao da Fertilização in vitro convencional. A técnica é muito utilizada especialmente nos casos de infertilidade masculina grave, quando a produção de espermatozoides é pequena, rara ou praticamente nula.

Punção Percutânea de Epidídimos

Técnica que captura espermatozoides por punção dos epidídimos e aspiração do líquido desse órgão. Muito utilizada em casos de pacientes com dificuldades de escoamento espermático (ex.: vasectomia).

Punção Aspirativa de Testículo

Técnica de recuperação espermática intratesticular por punção e retirada de material testicular. Sua indicação pode ser feita em casos de ausência completa de espermatozoides na ejaculação.

Criopreservação de Óvulos

É uma técnica que permite aos casais que preservem a fertilidade para o futuro.
A técnica de vitrificação segue o mesmo procedimento de preparo utilizado no congelamento de embriões até a captação de óvulos, mas, ao invés de serem fertilizados, são criopreservados.

Criopreservação Seminal

Os espermatozoides são produzidos nos testículos de forma contínua desde a puberdade, atingindo o exterior do organismo masculino integrados num fluido orgânico chamado líquido seminal; o conjunto dos espermatozoides e do líquido seminal é designado por esperma ou sémen.

A sobrevivência dos espermatozoides fora do organismo é de algumas horas apenas, exceto se forem submetidos a temperaturas muito baixas, protegidos por meios próprios, técnica conhecida como congelação ou criopreservação. Nestas condições, a sua sobrevivência pode ser de muitos anos. 

Criopreservação de Embrião

É um procedimento realizado quando existem embriões excedentes de boa qualidade após uma tentativa de FIV ou ICSI. Outra indicação para o congelamento são quando existe risco de desenvolvimento da forma grave da Síndrome de Hiperestímulo Ovariano, quando todos os embriões produzidos são congelados e não ocorre transferência, e quando há a necessidade de preservar a fertilidade em um casal que será submetido a um procedimento que poderá alterar as chances de fertilidade, tal como uma cirurgia ovariana.

* A taxa de gravidez por tentativa depende da idade da mulher e do diagnóstico do casal.

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